quarta-feira, 6 de julho de 2011

Por: Raquel Wandelli Jornalista da SeCArte/UFSC Selecionados para II Festival de Música serão conhecidos em show de lançamento

Selecionados para II Festival de Música
serão conhecidos em show de lançamento

Evento no dia 13, às 20 horas, terá show da Sociedade Soul e lançamento do CD e DVD com as composições vencedoras do último Festival. Ingressos já podem ser retirados a partir de quarta-feira (6)
                                            
Os nomes das 20 bandas e compositores selecionados para o II Festival de Música da UFSC serão revelados em clima de música e festa no dia 13 de julho, às 20 horas, no auditório Garapuvu do Centro de Eventos. Nesse dia, além de divulgar a relação dos escolhidos que participarão do festival nos dias 27 e 28 de agosto, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC fará o lançamento da coletânea com as músicas premiadas na edição do ano passado para CD e DVD. Aberto ao público mediante a retirada antecipada de ingressos a partir de quarta (6), o evento será embalado pelo show da Banda Sociedade Soul.

Devido ao crescimento surpreendente do número de inscritos no evento deste ano, a comissão organizadora precisou de mais tempo para selecionar as composições e divulgar o resultado, que estava previsto para o início de julho. O anúncio dos músicos classificados ser feito junto com a festa de lançamento da coletânea do I Festival de Música da UFSC – 50 anos. A coletânea, produzida em nível profissional, será distribuída aos participantes do ano passado e aos grupos que irão ao palco em agosto. “É uma mostra da qualidade, diversidade e inovação da música experimental da grande Florianópolis”, destaca o coordenador do evento, Marco Valente, que integra a comissão de seleção junto com outros cinco músicos e produtores.

Para participar do pré-lançamento do dia 13, é preciso retirar os ingressos no horário das 9 às 12 horas ou das 14 às 17 horas, no prédio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), que fica em cima do prédio da Editora da UFSC, na quarta, quinta e sexta-feira desta semana (6, 7 e 8). A Sociedade Soul faz o show de encerramento tocando composições próprias que misturam funk e soul com rock, jazz e música eletrônica, adicionadas ao tempero latino de ritmos como a salsa e o samba para criar uma sonoridade dançante e suingada.

A segunda edição do Festival de Música da UFSC bateu o recorde de participação, com um total de 135 músicos. O número de concorrentes foi praticamente o triplo do evento anterior, quando se inscreveram 47 candidatos e superou as expectativas da comissão organizadora da SeCArte. “Essa resposta mostra a força da expressão musical no público jovem e adulto de Florianópolis e a importância de um festival universitário que ajude, como nas décadas de 60 e 70, a alavancar a produção e a pesquisa musical incipiente”, afirma a secretária Maria de Lourdes Borges. Os nomes dos músicos, bandas e composições selecionados serão publicados no site www.secarte.ufsc.br.  As bandas selecionadas vão se apresentar em 27 e 28 de agosto, na Praça da Cidadania, onde receberão troféu e também terão suas composições gravadas para CD e DVD.

Primeiro festival de música desde a década de 80, o evento é aberto a estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também participam compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da grande Florianópolis.  A comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra ainda este ano, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo.

E-mail para contato: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br.


Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
Contatos: (48) 99110524 - 37219459

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Por: Renato Roitman __ REVOLTZ

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=ab1a1c362d&view=att&th=130fc67ac5f44dfd&attid=0.1&disp=inline&realattid=f_gppsn2vu0&zwDevolta aos palcos paulistas depois de sua última tour pelo centro oeste, a REVOLTZ traz repertório do novo disco que ja começa a ser divulgado na internet.
Formado por Ricardo Kudla (baixo), Marcela Carmo (teclados), Vitor Papini (guitarra) e Renato Roitman (bateria) a banda faz um New Wave oitenta sem frescuras pra dançar até a ultima música.

A abertura fica por conta do  quarteto paulistano Bloodbuzz fará sua estreia nos palcos e aproveita o show na Casa do Mancha para lançar a demo de seus primeiros trabalhos.
Juntos desde abril de 2010, Susan Souza (vocal), Carlos Eduardo Freitas (guitarra), Ian Herman (baixo) e Pablo Lopes (bateria) fazem um rock cru, enérgico, repleto de melodia e distorção, em composições próprias. Neste show, apresentarão “Fight Club”, “Neurotic Mind”, “Mystery”, entre outras músicas que em breve estarão disponíveis na página da banda no Facebook.

RESUMO:

REVOLTZ e BLOODBUZZ
DOMINGO DIA 10 DE JULHO AS 17 HORAS
CASA DO MANCHA
Rua filipe de alcaçova, s/n - vila adalena // Ingressos no local a R$ 10,00


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eh nóis Roitman! quem tiver na garola-land chega junto!

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Por: Raquel Wandelli__ No palco da palavra, Carmen Fossari lança Heresia

No palco da palavra, Carmen Fossari lança Heresia
convite Delicatta.jpg
    “O amor beija a boca que devora o mundo. E o mundo gira na asa de um beija flor”, diz um dos versos do livro de poesias que a autora lança sexta na livraria Saraiva

Depois de mais de 30 anos de dramaturgia, foi paradoxalmente a Internet que em doses homeopáticas motivou a publicação dos poemas que Carmen Fossari, diretora do Teatro da UFSC, reúne agora em seu primeiro livro de poesia. Atriz e dramaturga, Carmen começou a escrever em seus próprios blogs. À medida que recebia incentivo e retorno dos leitores, passou a publicar poemas em outros blogs e em outros meios eletrônicos no Brasil e no exterior. Dessa forma fluida e dialogada foi dando pequenas asas para que as palavras em versos livres ganhassem a edição de Heresia, livro que ela lança na sexta-feira, 8 de julho, às 19 horas na Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi.
Em Heresia há uma gama diversificada de temas e formas do poema, que vão dos breves (“Breviário”), brevíssimos (“Ovais”), sequenciais (“Lunares”  - as sete luas), extensos (“Animal Homem”, “Frida Khalo”), de recordações da infância (“Junho”, “Dia de Chuva”, “O Beija Flor” e “A Cigarra”), divertidos (“Um dia, o dia sonhou ser noite”), os amorosos (“Amorosidades”), o saboroso (“Pastéis de Belém”), o desamoroso (“Volver”), os indignados (“Liberty and Fire”, “In d(i) o”) e os ecológicos (“A Terra”, um “Planeta”), entre outros.
Publicado pela Editora Delicatta, de São Paulo, sob coordenação de Luíza Moreira, o livro foi prefaciado pelo poeta português João Marques Jacinto, autor de Recantos da lua. A diretora do Grupo Pesquisa Teatro Novo explica que sempre escreveu e sempre esteve próxima da poesia em seu trabalho dramatúrgico. Do seu enamoramento pelos versos, muitos poetas, como Pablo Neruda, García Lorca, Alcides Buss, Lindolf Bel, Cecília Meirelles, Drummond, Leminski e Cruz e Sousa, tiveram suas obras levadas ao palco pelas mãos da diretora. “O que esteve até então ausente nesse longo período foi a vontade de publicar”, explica. “Mas em paralelo à direção e atuação teatral me acompanha o ato de escrever poesias em versos livres, creio que motivada pelos versos de Bandeira: ´Aquilo que sentes... ainda não é poesia é matéria da poesia`”.
E por que o nome Heresia? “Penso que o nome é um apelo, quem sabe um tributo à liberdade do pensamento em uma sociedade e em um mundo onde cada dia mais as pessoas se repartem em guetos estéticos e religiosos”. Essa guetificação, diz ela, faz com que se perca a grande aventura de descobrir no outro a beleza da diferença e do pensamento diverso”.
Heresia: 
Editora Delicatta - coordenação de Luiza Moreira,  São Paulo, 2011, 80 páginas.
Poemas de Carmen Fossari,
Diagramação de Ana Ribeiro
Design da capa da artista Adriele de Jesus Vicente

Raquel Wandelli (37219459 e 991105240
assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC

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domingo, 3 de julho de 2011

Pre Lançamento Doc. "Eucoloro" (A Cidade Limpa Contra a Arte de Grafiteiros)

                                                                                                                                                                                                                                                       
"Eucoloro" (A Lei Cidade Limpa Contra Arte de Grafiteiros) por periferias no Videolog.tv.

sábado, 2 de julho de 2011

Pre Lançamento Doc. "Eucoloro" (A Cidade Limpa Contra a Arte de Grafiteiros)




Evento em comemoração aos 15 anos da quadra de skate da Brahma.

Denys Evol convidou 
 você · Compartilhar · Evento público
Hora
sábado, 2 de julho · 09:00 - 21:30

Localização    Rua São Paulo, quadra da praça, altura do nº43 - Vl. Tijuco Guarulhos

Criado por
Mais
informações

Best Trick de Skate
Batalha de Mc´s
Break
Graffiti


Shows com:


M.Takara 3
Rima Atitude
Us Vagabundu CHic
Beer Bong
G.HC


DJ´s:
Tuco
Rasec
Cranio


Pré Lançamento do documentário:
"EU COLORO"
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Eucoloro.
a ponta da agulha. A cidade afia os restos, as sobras, a simbiose, de água pesada, vida doida, onde tudo é pelos donuts, e o que te resta foi o que sobrou de mim, e nós somos, ante vida, parede, aprofundamento das barreiras, o mergulho realista no submundo antes perdido, rejuvenecido, agourado, em testemunho real, e solidão abstrata, sobre os 1111 minutos que tenho que atravessar sobre o vício que não posso ver, é expectativa mortal. Salve brasil! Valeu as dicas, por mostrar a cara, ajudar quem nem conhece, apertar a mão do invisível. Foi um dia audiovisual mente em que grafitei.
 Meu coração é no momento uma mortalha de concreto emoldura no som e ruído que a solidão noturna não escuta. O abandono que brilha no escuro. Que reflete o obscuro. O samba é verde e amarelo meus caros, azul é o céu, meu amigo tanto repete; o sol brilha pra todos. Queria te dizer Michel: “que a interferência modifica o espaço e o homem, seu campo toma formas com aprendizagem, no coletivismo suburbano, nas ligações externas que revela os centros, não só eu, mas quantos não sofrem sem o ensinamento?”, se o sol brilha pra todos...
 
Humberto Fonseca
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Best Trick de Skate
Batalha de Mc´s
Break
Graffiti


Shows com:


M.Takara 3
Rima Atitude
Us Vagabundu CHic
Beer Bong
G.HC


DJ´s:
Tuco
Rasec
Cranio


Pré Lançamento do documentário:
"EU COLORO"
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Sobre tudo isso que vai acontecer.
Por: Humberto Fonseca

 "Eucoloro" A Lei Cidade Limpa Contra a Arte de Grafiteiros, vídeo documentário de Humberto Fonseca, é uma pesquisa que vem sendo feita desde 2007, com escritos, textos, poemas, e muitas idéias, do qual em 2008 iniciou-se (audiovisualmente), em um dos eventos que participei, interagi, estimulei e fui estimulado nas artes independentes (como união, fortalecimento das idéias, e voluntariado) para continuar com as atividades. O graffiti naquele dia mostrou-me mais sobre o baixo da cidade e suas informações, vi o áspero e vil para lapidar, que se criava em mãos livres, em nomes conhecidos e esquecidos, da qual cultura pra mim é simbolizada como: " um por todos e todos por um", onde as forças subversivas opera com simbolismo e simetria nas pessoas, que nasce da periferia para atacar os grandes centros, "como; fato, ação, e sentido de arte", mas que não se banaliza, ou recrimina, por relacionar-se diretamente com a elite. Compreendi a relatividade dos espaços, e o poder de visualização e estava alí na minha frente a nova arte contemporânea brasileira. "Ver pintura é coisa de rico", mas pra nóis que é pobre, se ver bem, consegue ver mais quem preenche esses vagos das cidades, de quem desa'marela em um muro, de quem atua e se pinta em meio a destruição com suas formas.


 O vídeo Eucoloro, que está com nome errado propositalmente em sua natureza, com a proposta do graffiti como "eu" (o ser humano) "coloro" (ato de colorir), fazem o sinônimo-metáfora com erro em português, vem como uma linguagem de PIXAÇÃO. A mesma que é banida pela sociedade, cultura brasileira, e denominada como vandalismo e cadeia ao seu ativista. Por isso esconda as latas, porquê os gringos a visitam, estudam em escola de arte... pra quem acompanha este ciclo artístico da maior metrópole da America Latina sabe o poder do graffiti paulistano no mundo, e habitando São Paulo, fui tomado pela expressividade e competência de cada artista. É importante ressaltar, que graffiti é a ação na rua, interação de pessoas e ocupação de espaço, o rito em retomada de posse há uma linguagem que é descriminada no país, mas aqui pra nóis; é assunto pra aulas e teorias da nova arte contemporânea, criada nas ruas e becos do Brasil como uma da linguagens urbanas mais malucas e ao mesmo tempo edificante, por tomar posse dos patrimônios, das relações inferiores, de submeter-se em palavras para contestar algo ou simplesmente agir como hobby artístico. Em 2007 foi isso que vi. Com a fundação do CICAS (Centro Independente de Cultura Alternativa e Social), tive o contato com um malandro urbano, "que por sinal, já tinha até um trabalho do mesmo na parede do espaço", Denis (Evol), e o Denis eu nem conhecia, mas os caras falaram por causa do trampo dele que tava lá, foi quando eu me informei quem era, e uns conhecidos meus falaram pra ele que estavamos pretendendo pintar o espaço,(mas ia ser de branco), aguado, e que iria apagar o trampo dele. Já tinha uma precaução minha, eu sei o que deve estar nas minhas paredes, mas quem mora em São Paulo já consegue ver respeito ao graffiti como patrimônio público da cidade. e aquele trabalho que tava lá há anos, tipo 3D, era das antigas... O maluco chegou um dia, colou lá do nada, rolezinho na picadilha, escada, som na urelha, e aí trocamos uma prosa, e já começou a tintura comer solta no passado. Mas estávamos dando ao artista a liberdade e permissão de apagar seu trabalho ou não. e desde esse dia eu já imaginei o CICAS como um espaço mutante para os grafiteiros, de se possível um fazer um trampo lá em um dia, e em outro quem sabe em oportuno momento alguém venha e faça por cima. Eu só sei o que é atropelar com violência, e sabemos usar as obras como sinônimo, e abreviação de subversividade. 

 Esse vídeo se apropria de um dos artigos da Lei Cidade Limpa, justamente pra tentar sair dessa nova proposta de intervenção que vem tomando as pessoas em contaminar e contaminar-se de cenas urbanas e charlatanismo criador que toma conta das redes sociais e do mundo real, e como proposta no final das contas só vemos divulgação e nada em propriedade, valor histórico, registro de cultura que tá sendo perdida, "não criada", acredite, que apesar de tanto abuso das ruas e suas artes visuais, que nem da pra citar aqui porque não quero mostrar a minha capacidade de conhecer, ver e entender, pois estou buscando mostrar pela lei como vigorar no mínimo que seja um diálogo para as novas providências que serão tomadas dentro das cidades. "espaço de uso cotidiano, de pessoas, trânsito, comportamentos, cultura, e história, muitas histórias". O graffiti resgata essas nossas estórias do dia a dia e assume nos espaços a mudança, inquietude, transformação dos lugares.

  Não acredito em grafiteiros como ambulantes. registrados, nomeados. ou que o graffiti pague IPTU. __ mas quem sabe um dia? Estamos em um mundo político que precisa-se articular-se para criar, e para distribuir esses materiais artísticos na sociedade, __ e aqui pra nóis o Kassab é loko! zureta das idéias! mas do que ele escreveu, eu estou escrevendo e filmando em cima, ainda que o vídeo não consiga propor nesse seu primeiro encontro com os praticantes da atividade, __ até porque não posso estar forçando a idéia nisso... valorizo nesse primeiro documentário a ambientação da cidade, o meu encontro com alguns trabalhos e entrevistas de:Xandra, Denis (Evol), (numa embolada desconcertante), e poquissima idéia ainda dos trabalhos de Armamento Visual, Bruno Pere, Choras, Rodrigo (Lokones), Espinho (os35índios), prosa torta com (Rodrigo (Snoj) & Thiago Consp (Casp), inúmeros trabalhos não identificados, entre outros conhecidos, com ajuda fundamental na liberação na trilha sonora da Produto Tosco __ BH com o mestre Clebin, e meu irmão MaicknucleaR, algumas imagens de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, tentando mostrar um pouco dessa trip que ainda segue em produção mostrando os realizadores da verdadeira lei sem cobrar, discutir, apenas em sua atuação o...


Art. 3 da Lei Cidade Limpa; XI- (O equilíbrio de interesses dos diversos agentes atuantes na cidade para a promoção da melhoria da paisagem do município).

E ali saiu o primeiro evento oficial de um lugar que vi também lutar pra deixar esse patrimônio para os próximos da quebrada, quem sabe do mundo... E como esse mundo é pequeno e ele pode vir pra cá, conheço graffiti desde 2007, não estou querendo me familiarizar, divulgar, o me apropriar indevidamente,me fazer como diretor nas costas de artistas, pra mim basta ver o graffiti. Vi muitos atos da prefeitura apagando painéis, bomb, e muros que nem cabia nos olhos, e não foram poucos, só deu barulho mesmo os trampos famosos que apagaram, e foi daí que comecei esse trabalho, das cinzas, compondo sobre o fim, pra onde sempre, por mais que levamos na barriga, uma hora vai chegar. Continuamos na estrada. agradeço a todos. e mais alguns.

Segue abaixo o manifesto que foi baseado sobre a lei. (e quantos baseados)...
escrito em: 8 de Julho de 2009 aqui mesmo no Periferias Paulistas


"Eucoloro" A Cidade Limpa Contra Arte de Grafiteiros.
Roteiro Documentário:
Humberto C. da Fonseca
tentando criar um debate sobre a "lei cidade limpa”, contra a arte de grafiteiros, aqueles que impulsionam as mais variadas manifestações artístico-culturais e que hoje estão sendo afetados pelos inúmeros trabalhos apagados.
1_ Embaralho Sociopolítico:

Visando uma apropriação urbana onde a (Moradia; habitação separada e independente de qualquer outra), se faz presente na metrópole de forma crescente e sem arreios, dos quais "artistas" querem ficar (Fixo; aprazado, permanente, dominante), com uma função de desapropriar aquele lugar vazio, não pelo lugar; mas pelo seu vazio; temos pessoas que se faz aparente com o (Abstrato; transcende as aparências exteriores da realidade), fazendo um movimento de mídia para que pessoas, "público-alvo sem mira", possibilitando uma nova visão aos que circularem em torno de uma atividade que veio para colorir e acentuar os tons esquecidos, nas ruas inúmeras paredes incolores, cinzas, velhas, despedaçadas, hora por seus donos, horas pelo governo, e horas pela sociedade que indaga a arte como se ela fosse uma retaliação da juventude com seu tempo.

O graffiti é urbanizado como a arquitetura; e porquê a prefeitura não sai quebrando abaixo os prédios velhos e toscos do centro? Quando a questão é dinheiro não é de arte que falamos... Mas de respeito, afeto social as pessoas por não mostrarem suas faces, ou produzir seu nome de forma verbal, ou com atos de vandalismo, eles também vivem e respiram do mesmo ar poluído. Transitam por mêtros e ônibus dessa cidade que explodiu o grafite na América Latina, que hoje transforma anônimos moradores em representantes da arte que cospe ruas e galerias, deixa marcas e se apaga para um novo dia, há paulistanos, e muitos outros brasileiros que representam bem mais essas cidades do que a politicagem que lhe toma conta, eles ao menos no meio de tanta tristeza e corrupção ainda veem alguns olhares diferentes, especiais, com um carinho que é relativo ao seu tempo em nosso espaço, uma informação contida que explode nos olhos.
Hoje, por lei que garante ao patrimônio público os valores éticos, governamentais, temos a cidade de São Paulo como uma das fundadoras desta arte, por ter um grande número de pessoas que a praticam, que a desenvolvem. Que formam palestras, encontros, viajam para expor seus trabalhos, nosso país; bandeira; lugar; mostrando nossa historicidade, a veracidade que a periferia vem impondo dentro do patamar social hoje... É uma que já não incomoda. Pois nós artistas independentes, periféricos, sabemos que as portas da comunicação são a fonte para desenvolver relacionamentos diversos com as pessoas, visões que temos em nossa expressão com fundamento, e como todo bom brasileiro, falamos mal de nosso país.
Começa uma divergência entre o meu cidadão e os senhores do engenho monetário...

O grafite vai pagar IPTU? Quanto será o metro para as paredes velhas? As novas? Como o grafite pode entrar em galerias e não mais habituar as ruas do centro urbano? A prefeitura pensa em regularizar os grafiteiros como nossos ambulantes? Porquê não vai plantar árvores? É notável que precisamos de melhorias, mas assim vai acabar em guerra, tem pessoas sendo atropeladas por instintos comerciais grandiosos, é por audácia política que involuntariamente vem propondo uma recessão desses trabalhos em nossas ruas.
Pensaram em toldos, bainers, outdoor, limites, e outras coisas benévolas para uma redução dos meios comerciais ao vivo nos meios públicos, o prefeito da cidade de São Paulo Gilberto Kassab, criou uma alternativa para esconder essas vertigens de "uso sem funcionamento", comércio de avenidas, ruas barrufadas pelo intenso trafegam, entre outros cantos espalhados pela cidade consolidando uma grande e velha fortificação da publicidade, (negócio de quem atira areia nos olhos dos outros), venho há muito tempo sabendo que os governos não têm tomado importância para conforto ambiental, melhoria das pessoas em lugares urbanos, poucos são os patrimônios, em um país como o Brasil que vem perdendo a preservação da memória cultural, de linguajá, versos, e palavreados toscos, não existe ação de:

Art. 3 da Lei Cidade Limpa; XI- (O equilíbrio de interesses dos diversos agentes atuantes na cidade para a promoção da melhoria da paisagem do município).

O município continua o mesmo, o que sumiu foram seus reflexos, abusos escancarados de magnatas, e muitas, muitas placas que sumiram, mas estamos na mesma quarta maior cidade do mundo, interferindo-se pelos padrões mundiais, tentando recordar da natureza antes da natureza humana, se está na rua chovendo não há um toldo que salve, a lei cidade limpa que entrou em vigor desde o dia 1 de janeiro de 2007 trouxe diversos benefícios para a sociedade, e uma dor de cabeça para proprietários de comércios, mercado de marketing/publicidade, agências, pessoas que rapidamente manuseiam utensílios para um novo corpo e padrão de informação.

2_ Improbabilidade Social

Descaracterização de valores culturais escondidos, (segredos de agora que parecem ter cinco mil anos), relações de pessoas interdependentes, um mundo novo como uma (simbiose), é seres que utilizam as mesmas vontades com objetivos diferentes, encontrando na cultura um novo ponto de partida para a vida pessoal e social de um indivíduo que busca por seu crescimento intelectual sem derrubar os valores passados, e as realizações das quais tornaram esses atos grandiosos perante a humanidade.

É uma disfunção irregular de meios governamentais para manipular as captações de cenas alternativas, presumindo e fazendo resoluções de lugares que os donos das teorias não consultem suas opiniões, fazendo de uma forma esmagadora e superficial funções que não atingem suas metas, não prezam seus valores perante a sociedade, a comodato é denegrida pelo sucesso de aprovação com nossos recursos, existe lugares públicos que não temos acesso, e por quê? Se é a nossa história, o investimento arrecadado por tempo que não usufruiremos, casa o pleonasmo com a justiça, corre em mim um abandono de país, do qual sei que tem natureza, mas não é minha, do qual sei de nossas riquezas, mas eu não tenho, por merecer dentro de minha vida toda essa étnica-cultura, e isso eu não quero que eles apaguem, ou tomem conta.

Apropriar-se de uma área urbana sem residência no formato de intervenção, passagem de um momento para respirar a “fauna humana”, nessa urbanidade de representação cultural; é privilégio de poucas sociedades que determinaram padrões e ritmos que foram quebrados pela atualidade contemporânea. Os desmanches das realidades atuam eficientemente, na ilegalidade constrói-se um país, vejam Portugal, Inglaterra, Holanda, fundaram e findaram suas reputações históricas, a idéia de modernização e intelecto do povo é relativismo de uma construção social, direitos e deveres, inimaginavelmente me será igual, a diferença é toda construção que as pessoas precisam para descobrir sua capacidade, falta empenho no maldito poder público, não sejam que filhos do demônio, advogados dos diabos, descendentes irracionais, como o erro social que o Estados Unidos empunhava e seus mediadores comprados, quem apanha nunca esquece. Seguimos omitidos, determinante.


Art. Único Na Visão Cultural
a) _ O grafite é ilegal aos padrões da sociedade;
b) _ As cidades não se opõem ao grafite;
c) _ Seus artistas são dignos de riscar uma parede, assim como derrubam árvores;
d) _ Temos nossas partes culturais históricas reavivadas;
e) _ A arte em si é de todos;
f) _ Toda extensão da cidade é um patrimônio da desgastada humanidade;
g) ¬_ Se todos pagam impostos quem deve ter mais direitos;

Código Penal:
LEI N. 4.898, de 9 de Dezembro de 1965.
Regula o Direito de Representação e o processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade.


a) _ à liberdade de locomoção;
b) _ à inviolabilidade do domicílio;
c) _ ao sigilo de correspondência;
d) _ à liberdade de consciência e crença;
e) _ ao livre exercício do culto religioso;
f) _ à liberdade de associação;
g) _ aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício do voto;
h) _ ao direito de reunião;
i) _ a incolumidade física do indivíduo;
j) _ aos direitos e garantias legais assegurados ao exercício profissional;

Os direitos a igualdade é discurso de muitas entidades globais, governos, instituições que diversificam trabalhos voluntários, empreendedorismo, captação de recursos, parcerias, discussões sociais e acesso a cultura, saúde, educação em diferentes regiões inabitadas por profissionais e pessoas capacitadas para atender o povo. Continuar aplicando normas em papéis é função de banco, caixa, dinheiro que acaba contrariando a imagem popular com o déficit, uma existência reside na mais intensa miséria, seus costumes merecem assistências e responsabilidades.

Código Penal:
Titulo III
Dos Crimes Contra a Propriedade Imaterial
Capítulo 1
Dos Crimes Contra A Propriedade Intelectual: 

Art. 184. Violar direito de autor de obra literária, científica ou artística.


Os poderes não consideram criação artística, “os tombamentos imponham para mim; a classificação de circuitos, pólos, maquetes vivas que modelam ciclos,”, a história tem que aprender a servir seu povo, desde que seu povo possa ter consideração e respeito a sua história, os poderes democratas imperam a sociologia do arrecadamento, unificação, legislando suas obrigações diante de nossa respectiva necessidades.

3_ Improvável a Sociedade

Bastasse a cinza natural desta cidade que se massificou entre nós para que veja a falta de natureza, a mega política vem arrendando paredes. Sejam talvez para próxima eleição? É presente as leis nas câmaras, amigos, e malas pretas, pode-se mudar em questão de segundos não só uma lei, fazem isso em um encontro de fim de noite, não ousarei aqui em perder meu tempo com administrações que fazem dos problemas superstições para aplicar elegibilidade.

Será possível... Será que essas paredes serão reconhecidas em cartórios para uma melhoria de nossa distribuição panfletária incomunicativa? A política não tem noção, nunca preservou valor as artes, não devolvem uma porcentagem digna.

“A política come mistura, joga o arroz e feijão. Às vezes o ato de quem faz arte causa impacto aos que pararam na administração, (nenhuma cidade tem futuro sem cidadão), tomem conta de seus munícipes. Quem resguarda as identidades de uma comunidade dependente da monocultura, sem comunidades? Querem ter o gosto de se acharem crônicos. Reproduzam a grafite com valor de tela, leve nosso artista a conhecerem seus espaços, carregue arte urbana em algum olhar da sua vida, guarde dentro de si essa migração, grafite não é doença, vocês estão querendo vaciná-lo?”

Abre-se uma vaga nesse consciente com umas miragens daquelas que só vêem aos olhos dos mesmos olhos que estão no deserto, (a rua hoje tem uma leve camada de areia cegando os olhos), é perceptível, já não os vejo como antes.

Homens enterrados em ternos, cursos, faculdades políticas, andam cuspindo microfones por viverem gelados sob ar-condicionado, sem sentir a magnitude ancestral da sua cidade, “ela não é sua cidade”, é um espaço que você deseja domar, como um touro é a prefeitura, nós somos a arena, vemos peões ganhar e perder. Voltamos para nossas casas por ter a responsabilidade de sair sem limpar a sujeira, cada um aqui tem compromisso, até mesmo os largados.

Mas o dever das aparências em cuidar de um povo órfão, haja necessidade ou não, (não transformem necessidade em códigos), para um povo, comunidade, cidadão, até mesmo um animal do mato que cair perdido em suas ruas.

Prestarei aqui o mesmo respeito, admirações à vida, fazendo à transposição humana devoradora de tempos escritos, informaticalidades (a composição de um grupo para sua ventura. Diferenças tecnológicas; social pelo mundo de várias línguas em um só equipamento), entendam povo de Noel, enquanto modernidades exuberantes são transformadas em bichos exóticos de museus futuristas, não é um momento Rosa, de amor, esperando um esfriar, no triste baixar de poeira, as cores serão sambas perdidos, tendo logo que enfrentar a covardia da rejeição do tempo dentro de sua historicidade, “o grafite não tem quatro anos de mandato, entende prefeito?”, e mais, ele não precisa ser reeleito, dentro de uma sociedade que não o conhece...

Para mim não é improvável... Ousar política com arte é mistério, mágico e patife, truque velho.

“Onde há cidade há não só o funcionamento urbano, mas também, e ao mesmo tempo, linguagem urbana.”
Lídia Avelar Estanislau

"Propiciar arte urbana é dar voz ao golpe de estado e se redimir ao crime, pense que; a arte urbana independente é sustentada por criadores de opiniões contraventoras, ou é apresentada em nossas rudes emissoras? Quem vem sendo fonte do arcaico nessa celestial rotina? Quem tem sido a rotina? “Sentem-se justo ao transgredir a realidade social”, faz da “incumbência” a proliferação da cultura, ela; cultura cresce por atos emanados, chega ser impalpável o sentido da busca pelo presente, é arte contemporânea, a famosa história do tempo hoje para o homem amanhã."

Repeteco do manifesto "a Cidade Limpa Contra Arte de Grafiteiros", sendo resumido em um longa-metragem independente com base na brecha do nosso kassabino:

Art. 3 da Lei Cidade Limpa; XI- (O equilíbrio de interesses dos diversos agentes atuantes na cidade para a promoção da melhoria da paisagem do município).

Eucoloro vem como produção independente, preservando as formas artísticas do seu tempo, pra testemunhar a favor dos reais agentes atuantes na cidade para a promoção da melhoria da paisagem do município.




Humberto Fonseca

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Por: Floriana (a flor) __ Projeto IMARGEM Multiplicação de Agentes Marginais

Convite IMARGEM mAnI FeStao.JPGSalve salve!

é com muita alegria e após muita espera que temos a satisfação de convidar-los para a Abertura do PROJETO IMARGEM , MULTIPLICAÇÃO DE AGENTES MARGINAIS que se iniciará neste sábado nas margens da represa Billings com um grande Manifestão!!! Segue a programação e o convite

esperamos vc lá

I mANi Festão - Imargem 
Sábado, 02 de Julho de 2011 das 14 às 18hs

Exposição
- Obras Imargem restauradas
- Painéis Vazão da Margem antes expostos na Pinacoteca do Estado de São Paulo instalados em um novo suporte
- Cortejo e intervenção artísticas
- Apresentação do Projeto 2011/2012
- Debatepapo
- Lançamento do Documentário - Grajaú onde São Paulo começa

convite com a programação em anexo

Local: Rotatoria do Jd. Eliana entre a Av. Belmira Marim, altura nº 6.000 e a Estrada do Barro Branco


Saudações marginais

Floriana

(11) 99421818
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é muita responsa o trabalho de vocês. logo menos, qualquer dia, chego na margem. salve grajaú!

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pro: Cartunivismo Blogspot__ SOCIAL CHAOS __ VINCEBUZ __

SOCIAL CHAOS
SOBRE O VIDEO >>> http://www.youtube.com/watch?v=O8U2smxf0Yw&feature

SOCIAL CHAOS - Cárcere

fonte:http://cartuntivismo.blogspot.com/2011/06/social-chaos-carcere.html

"Para aqueles que gostam de som mais pesado (levando em conta que os leitores do cartuntivismo são de diferentes seguimentos), hoje indico a banda Social Chaos, de São Paulo - SP, que vem como muitas outras, mostrar que a postura ativista pode ser co-relacionada ao estilo musical."

Cárcere, aborda de forma direta a realidade animal e incita aos já conscientes da causa, que atitudes sejam tomadas, já que não basta apenas parar de comer carne, é preciso levar essa realidade adiante!"

Sobre Social Chaos:

'Social Chaos surgiu no final de 2001, por integrantes de antigas bandas da região do ABC (SP), levando a musicalidade à sua forma mais crua e agressiva. Nas letras expressam sentimentos cotidianos vividos por uma espécie em total declínio, diretamente falando todos os malefícios que a raça humana pode causar à si propria.
Borella (baixo e voz), Renato (guitarra), Diego (guitarra), Daniel (bateria)

Quer conhecer mais sobre a banda?

Acesse:


Show em São José dos Campos:





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VINCEBUZ
www.myspace.com/vincebuzfuzzrock

"Ilusão de libertar / liberta-se muito tarde / tarde demais..."

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